Controle de Estoque de Anestésicos Odontológicos: Lote, Validade e Boas Práticas
Resposta rápida: anestésico odontológico de uso comum — lidocaína, articaína, mepivacaína, prilocaína — não é substância controlada pela Portaria SVS/MS 344/98, e por isso não exige livro de registro nem notificação de receita. O que exige controle rígido é o midazolam, usado em sedação consciente, que é psicotrópico de Lista B1 e pede receita B azul e balanço periódico. O risco real do dia a dia, para a maioria das clínicas, não é regulatório — é ficar sem o tubete certo no meio de um procedimento ou descobrir a validade vencida com o paciente já na cadeira.
Anestésico odontológico é substância controlada? Tirando a dúvida
Quer separar cada variante de anestésico por lote e validade sem depender de memória?
Testar Clinistok GrátisMidazolam e sedação consciente: aí sim entra controle especial
O risco que realmente aparece todo dia: lote, validade e variantes
Armazenamento: o cuidado que passa despercebido
Como organizar esse controle na prática
Anestésico local vs. midazolam: o que muda no controle
| Aspecto | Anestésico local (lidocaína, articaína etc.) | Midazolam (sedação consciente) |
|---|---|---|
| Classificação | Não controlado pela Portaria 344/98 | Psicotrópico, Lista B1 |
| Receita para compra | Nota fiscal comum | Receita de controle especial (B azul) |
| Livro de registro | Não exigido | Obrigatório |
| Balanço periódico | Não exigido | Obrigatório à vigilância sanitária |
| Principal risco de estoque | Variante errada e validade vencida | Falha de escrituração e acesso não controlado |